sexta-feira, dezembro 22, 2017

Tico defende Pabllo Vittar após críticas de Falcão

Tico Santa Cruz defende Pabllo Vittar após críticas de Falcão
Fonte: TV e Lazer - Música/ Extra | Em: 21/12/17 11:02 com atualização em 22/12/17 10:26

A crítica do cantor Falcão, o Rei do Brega, a Pabllo Vittar repercutiu na internet. Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas*, fez um texto defendendo que a representatividade de Pabllo, que é drag queen, é o que a faz ser alvo de tantos comentários negativos.

Foto: Montagem por Extra.
“Desculpem a sinceridade e mais uma vez sairei em defesa, sim, da Pabllo Vittar. Ela não incomoda porque supostamente desafina ou 'canta mal', digo isso porque sou músico profissional e conheço vários colegas que cantam mal, desafinam e nem por isso são rechaçados por aí. O incômodo que Pabllo causa é por conta, sim, do fato de ser uma drag bem-sucedida", escreveu o músico.

O post publicado pelo cantor na internet teve mais de 32 mil curtidas e 5 mil compartilhamentos no Facebook. Tico ressaltou que o papel que a cantora assume no meio artístico brasileiro passa a ressignificar a representação de uma performista para grande parte do público.

"As pessoas estavam acostumadas a aplaudir drags fazendo playback no programa do Silvio Santos no passado. Talvez porque fossem apenas figurantes sem voz. Pabllo tem voz, representatividade, carisma, leva milhares aos seus shows. Isso incomoda. Tão pouco essa obsessão por falar mal dela está relacionada com as letras - ouve quem quer. As letras da música pop mundial se traduzidas não trazem grandes poesias e as que fazem muito sucesso nas rádios, idem", escreveu.

Cantor menciona astros gays do pop

Tico Santa Cruz também fez uma comparação com a atitude de ídolos do pop que se assumiram gays, como Cazuza e Renato Russo. O músico diz que críticas feitas na web à letra das músicas da drag queen também não têm fundamento, se forem analisadas outras composições de músicas populares.

"Desde sempre no Brasil existem artistas muito populares com letras que não têm qualquer compromisso para além do entretenimento puro e isso também nunca foi motivo de tanto incômodo. Cada vez fica mais claro que o real problema é ter que suportar uma drag ocupando os espaços importantes da mídia nacional. 'Ah, mas Cazuza, Renato Russo, Freddie Mercury também eram gays e ninguém falava mal'. Primeiro, eram gays, mas não eram drags e, segundo, falavam mal sim! Renato e Freddie demoraram muito tempo para se assumirem gays, apenas Cazuza abriu o verbo de cara".

No fim do texto, Santa Cruz ressalta a importância da representatividade da artista na mídia:

"Reconheçam, incomodados: o problema não é a voz nem a letra, o problema é a representatividade de uma parcela da população que sempre foi perseguida e pelo visto continuará sendo! Infelizmente! Sem mais".

*Anteriormente, o EXTRA havia publicado, erroneamente, que o artista era "ex-vocalista do Detonautas". A banda, no entanto, existe e tem Tico Santa Cruz como intérprete. A correção foi feita nesta terça-feira (22).

quarta-feira, dezembro 20, 2017

Tico tatua serpente na cabeça e fãs o parabenizam: ‘Que coragem!’

Antes disso vamos só lembrar que a tatuagem da serpente foi feita inicialmente em 2011! As notícias da época estão aqui e aqui.

E a tatuagem da Santa Cruz também é de 2011, como vocês podem ver aqui.

TICO SANTA CRUZ TATUA SERPENTE NA CABEÇA E FÃS O PARABENIZAM: ‘QUE CORAGEM!’
Fonte: Famosos - Extra | Em: 19/12/17 17:50 com atualização 19/12/17 18:08

Dono de um sem número de tatuagens pelo corpo, o roqueiro Tico Santa Cruz fez mais uma. Mas não uma tattoo qualquer. O músico desenhou uma serpente na cabeça. Isso mesmo!

“Mais um dia de trabalho com @palmitotattoo praticamente terminamos a serpente no topo do crânio. Próxima sessão será na nuca para fechar então a cabeça toda! Tá animal!”, escreveu ele em seu perfil no Instagram para compartilhar a obra.

Os fãs de Tico parecem ter gostado do resultado, ainda que a tatuagem não esteja toda pronta, e enalteceram a ousadia: “Que coragem!”, “Daqui uns dias o Tico posta foto tatuando os olhos...”, “Deve doer muito, mas tá ficando Show “, “Nossa perfeito,”, “Nossa deve doer na cabeça”.

Tico Santa Cruz e a serpente na cabeça Foto: Reprodução Instagram
Tico Santa Cruz e a serpente na cabeça Foto: Reprodução Instagram

sexta-feira, dezembro 08, 2017

Tico Santa Cruz: ''meu espírito está procurando por silêncio''

Tico Santa Cruz: ''meu espírito está procurando por silêncio''
Em entrevista ao JC, o líder da carioca Detonautas Roque Clube fala sobre como a nova fase pessoal foi refletida nas canções do recém-lançado álbum, 'VI'
Fonte: JC | Por: Nathália Pereira | Publicado em 08/12/2017, às 08h15

Líder de uma banda formada numa sala de bate-papo virtual, Tico Santa Cruz também fez da internet plataforma para o compartilhamento de suas opiniões, muitas tidas como polêmicas. Aos 40 anos, ele afirma estar num estado pessoal e artístico voltado mais ao diálogo que à discussão. Na entrevista a seguir, ele detalha como essa busca por calmaria se refletiu em seus trabalhos mais recentes.

Foto: Fabiano Santos/ Divulgação
ENTREVISTA: TICO SANTA CRUZ

Jornal do Commercio – O VI é um álbum cheio de baladas românticas, lançado em um ano de euforia em torno das discussões sócio-políticas brasileiras. Você é uma pessoa muito ativa nessas discussões. Por que, então, a opção por um disco tão "calmo"?
Tico Santa Cruz – O estado de espírito que eu fui buscar pra compor me remeteu a essa tranquilidade. Talvez por eu ter participado muito dessa fase tão crítica de discussão, meu espírito esteja procurando uma forma de encontrar silêncio no meio dessa histeria. Quando está todo mundo gritando ao mesmo tempo, ninguém ouve. Talvez eu não conseguisse acessar o coração das pessoas se fosse assim e eu acredito que a música pode trazer as pessoas para um estado que as capacitem ouvir o que está acontecendo ao invés de só estar falando. Precisei observar o que está acontecendo e daí ver que é a hora de pegar as pessoas que estão sofrendo e oferecer um pouco de conforto para suas almas, um abrigo. As músicas de cara já dizem isso, o disco já abre com Nossos Segredos, que tem essa pegada. Quero parar um pouco essa brigalhada toda e conversar. A pluma, na capa, como símbolo de leveza, já transmite isso.

JC – E quais foram as inspirações para essas letras que falam tanto sobre amor? São todas composições recentes?
Tico – São sete canções recentes, uma oitava, de 2009, a Acre Song, e outra de 1997, a Aqui Na Terra, que nunca tinha sido colocada num disco de carreira, apenas numa demo, lá do início. A escolhemos porque são justamente 20 anos completos e porque ela tem tudo a ver com esse clima proposto. Dentre essas outras sete, algumas falam de relação com o outro, amor romântico, amizade, sobre fortalecer o espírito... a com de Leoni (Dias Assim), foi inspirada em Everybody Hurts (de 1992, da norte-americana R.E.M.), que me levantou quando eu precisei. Escrevi, mandei para o Leoni, que musicou e mexeu na letra também. São variáveis tantas. Assim como Brother, que fala dessas pessoas que não entenderam que o mundo mudou, que as todos podem ser e amarem quem quiser. Não estou aqui pra usar o lugar de fala dos outros, mas, quando cabe a mim essa fala, eu prefiro que ela afete mais de forma calma do que com histeria. Fora elas, gravamos também a música do Hyldon.

JC – Porque a escolha de gravar uma versão para Na Sombra de uma Árvore, do Hyldon?
Tico – Hyldon passa a mensagem clássica dos anos 1970 (a música foi lançada em 1975, no álbum Na Rua, na Chuva, na Fazenda), de tolerância, liberdade e amor. Muitos classificaram esse novo disco do Detonautas como neo–hippie e, embora eu não goste de rótulos, gostei de o chamarem assim porque há muita coisa a ver com o que aconteceu na época e com a Na Sombra de Uma Árvore.

JC – Expor suas opiniões, principalmente as relacionadas à política, publicamente afetou a carreira do Detonautas em algum aspecto? Já gerou alguma discordância entre os membros da banda?
Tico – Nunca aconteceu (desentendimento entre os músicos do Detonautas) porque a gente é uma banda muito democrática. Com relação ao externo, eu prefiro acreditar que não estejamos sendo censurados. Prefiro aceitar que a falta de espaço nos grandes veículos, de alcance massivo, seja porque o rock não está em evidência, está passando por um momento não tão popular. Eu estava gravando um vídeo agora há pouco sobre isso justamente porque muita gente vai até as minhas redes sociais reclamar que gosta das minhas músicas, mas não gosta dos meus posicionamentos. E eu me pergunto se isso não é censura também, querer que um artista não compartilhe seus pensamentos.

JC – Como você analisa o rock/pop rock brasileiro hoje?
Tico – Acho que a gente está passando por uma fase de monocultura, apesar da multiplicidade mais do que conhecida da música brasileira. E isso é óbvio, se você ligar o rádio agora vai ouvir que toca um tipo de música apenas porque é isso que as pessoas querem ouvir e é o que dá dinheiro. Mas o rock também tem sua parcela de culpa nesse processo porque se tornou extremamente careta e conservador e isso dificulta o diálogo com a juventude. O rock é elitista, se acha melhor que os outros gêneros, eu também já pensei assim, mas ele não é. Olhando por um âmbito mundial, a situação é semelhante, não existe nada icônico acontecendo. Tem muita gente boa, mas nenhum ícone. Só se venera as mesmas coisas desde os anos 1990. Eu acho que a única saída para o rock é os artistas se juntarem para fazer shows e oxigenar a cena.

JC – Algum gênero ocupou esse protagonismo perdido pelo rock? Em entrevista recente a um portal de notícias você comentou sobre como os garotos hoje querem ser o Jay-Z. Seria, então, o rap o “novo rock” ?
Tico – O rap sempre teve esse papel (questionador) e, além disso, hoje dialoga melhor com a garotada mais nova, até por conta dessas tecnologias e a velocidade de como eles enxergam o mundo. O moleque hoje quer ser muito mais um MC do que um rock star. É um ciclo, eu sei, daqui a pouco vai passar, mas é assim que tem sido. É tudo muito louco e rápido. Dia desses estava pensando no Cone Crew (Diretoria), que eu vi começando, fazendo show na Lapa para 30 pessoas e, hoje, não é mais a principal banda de rap em evidência.

JC – E você escuta rap? Consegue acompanhar os artistas mais novos, apesar da rapidez com que eles tem mostrado os trabalhos?
Tico – Eu acompanho bandas como o Oriente e artistas que fazem um rap mais popular, como o Projota ou o Gabriel, O Pensador, o Rappin’ Hood... minha formação tem rap na história, o MV Bill foi uma figura com quem eu convivi na minha adolescência. Eu não consigo acompanhar tanto essa velocidade. Fizemos um show em Curitiba, há alguns dias, e, no mesmo dia do Detonautas, tocaram O Rappa, o Gabriel (O Pensador), Onze:20, e um tributo a Charlie Brown Jr. No outro dia, foi o lineup inteiro somente de rap e eu conhecia só duas das bandas. Mas a molecada está atenta.

JC – E do rock e pop rock nacional, o que você tem escutado?
Tico – Eu tenho ouvido uma mesma galera há um tempo, a Vivendo do Ócio (BA), Selvagens à Procura de Lei (CE), Maglore (BA), que gosto muito, a Scalene (DF), Anacrônica (PR), a Stellabella (RJ), que é contemporânea ao Detonautas e ainda tá aí, na batalha. Aqui no Rio de Janeiro tem uma cena chamada A Cena Vive. Dela fazem parte duas bandas que a gente está botando para abrir nossos shows agora, na nova turnê, a Drenna e a Folks. É importante dar esse suporte. Mas para essa galera é difícil ter espaço ate no YouTube.

JC – Que análise você faz dessas duas décadas de carreira com o Detonautas? Há algo que gostariam de ter feito mas que ainda estão em busca? Quais os próximos passos?
Tico – Absolutamente tudo o que a gente se propôs a fazer nós fizemos. São seis discos de estúdio, três DVDs, tocamos duas vezes no Rock in Rio, fizemos turnê nos Estados Unidos, uma viagem ao Japão, emplacamos mais de dez hits nas rádios e, sinceramente, me surpreende tantas conquistas com as posições tão fortes que sempre expusemos no meio. A gente sempre se posicionou de maneira firme e, mesmo assim, conseguimos pagar as contas fazendo música e permanecer circulando entre o mainstream e o alternativo, tocando para públicos grandes e menores. Eu tenho muito desejo de levar o DRC para a Europa e também explorar um pouco mais a América Latina que, de modo geral, têm países muito interessantes onde não pudemos tocar ainda. E, claro, queremos circular o Brasil todo, começando já no próximo dia 9/12, no Imperator (Rio de Janeiro), no show de lançamento da turnê do VI.

JC – Além do álbum do Detonautas, você também lançou esse ano o seu primeiro livro infantil, O Elefante e a Borboleta, uma metáfora sobre amor e tolerância. Foi proposital lançá-lo agora, numa espécie de diálogo com a temática do trabalho musical?
Tico – Era um conto que já estava guardado há muito tempo, mais ou menos desde 2009, e que traz uma metáfora muito boa sobre o amor e a liberdade do direito de escolha. Havia uma demanda da minha editora por um livro novo e eu, percebendo meus filhos crescendo, minha filha com nove anos, e o Lucas, com 16, vi que era o momento de lançá-lo, mas não necessariamente ligado ao lançamento do disco. Minha filha adorou, leu, levou para a escola para mostrar aos colegas. E é isso, a mensagem é essa, o amor é um sentimento universal onde não cabe rótulos.

ROMANTISMO COMO SUPORTE PARA DISCURSO POLITIZADO
Três anos após o último álbum de inéditas, o Detonautas Roque Clube aposta na ausência de medo em surpreender. Intitulado VI, o recém-lançado sexto disco de inéditas da banda carioca liderada por Tico Santa Cruz reúne dez canções, sendo nove inéditas e uma regravação (Na Sombra de Uma Árvore, de Hyldon), quase todas cantadas com voz mansa, no estilo baladas reflexivas, interpretadas por um eu-­lírico remanso.

Como autor de quase todas as letras – duas são parcerias, como a com Leoni, em Dias Assim -, a personalidade de Tico se faz presente no conceito que propõe e assina junto a Renato Rocha (guitarra), Phil (guitarra e voz), André Macca (baixo), Fábio Brasil (bateria) e o DJ Cléston. Isso porque em 2017 o Detonautas completa 20 anos de carreira e ele 40 de idade. As duas datas, símbolos de maturidade artística e pessoal, casam perfeitamente com o clamor por pacificidade que canta desde Nossos Segredos. “Chega de brigar / Escute essa canção / Quero te encontrar e conversar”, diz a faixa de abertura.

O todo pode soar romântico, mas uma audição atenta é suficiente para a percepção de recados politizados, em nome do amor universal. Não foi a escolha por sonoridade pouco rasgada, com guitarras bem menos pesadas, que fechou espaço para letras como a de Brother, óbvio pedido por tolerância à todas as formas de amor.

A única a fugir do todo é Acre Song, que fecha o álbum destoando das demais talvez pelo tempo em que foi composta, 2009. Por isso mesmo, remete ao jeito mais moleque e desprendido lá do início, lembrando bastante Sonhos Verdes, hit do Psicodeliamorsexo&distorção (2006). Um suspiro, assim como todo o VI, para os mais saudosos da última geração de pop rock a ter protagonismo na música popular nacional.

Este conteúdo foi produzido pelo Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Para compartilhar, use o link http://novo.jc.com.br/canal/cultura/musica/noticia/2017/12/08/tico-santa-cruz-meu-espirito-esta-procurando-por-silencio-319278.php

“Hoje quem escuta Nirvana também escuta Pabllo Vittar”, diz Tico Santa Cruz

“Hoje quem escuta Nirvana também escuta Pabllo Vittar”, diz Tico Santa Cruz
Fonte: RD1 | Por: Redação | Em 8 de dezembro de 2017 09:15

Preparando-se para estrear a turnê do disco “VI”, lançado em outubro, Tico Santa Cruz e a trupe do “Detonautas” pedem mais versatilidade do rock. Em entrevista ao jornal “Extra”, Tico disse que o “discurso do rock está careta, conservador e chato”.

“Afasta a juventude, que está vivendo uma outra etapa. Hoje o moleque que escuta Nirvana também escuta Pabllo Vittar. O rock precisa se inserir de alguma forma. Se acha maior que os outros estilos, e, quando você se coloca como superior, essa arrogância acaba afastando as pessoas”, falou.

Sobre o novo disco, ele explicou que tem uma guitarra mais tímida justamente por conta desse processo que o rock atravessa.

“Pensamos em retomar esse diálogo das baladas românticas. Até porque as guitarras não estão conseguindo muito espaço na mídia”, afirmou.

Foto: Fabiano Santos

terça-feira, novembro 14, 2017

“Está faltando amor na vida das pessoas”, diz Tico Santa Cruz

Foto: Rafael Kent
“Está faltando amor na vida das pessoas”, diz Tico Santa Cruz
Fonte: O Popular | Por: Bruno Félix | 10/11/2017 19:00

Em 2017, a banda Detonautas completou 20 anos. Como você analisa a sonoridade atual da
banda?
Somos uma banda de resistência. Enquanto vários grupos estão acabando, nós estamos com um disco novo que vem com uma leitura mais leve do ponto de vista instrumental e harmônico. As letras também fazem um contraponto ao discurso de intolerância e de ódio que estamos observando, com uma mensagem mais afetiva e menos reativa em relação ao que está acontecendo. A música que tem sobre política no disco, chamada de Brother, é uma faixa que aborda essa necessidade do diálogo das pessoas abrirem a escuta e não se trancarem em abordagens que são totalmente rasas. De certa forma, o novo álbum da banda vem trazer um pouco de afeto no coração das pessoas para ver se a gente quebra esse ciclo de raiva.

Considera o álbum VI o mais maduro da carreira da banda?
É um álbum leve, que foi produzido por nós mesmos ao longo dos últimos 8 meses. Um trabalho que determinou muita disciplina e dedicação de todos. Contamos com participações de artistas importantes como o Leoni na faixa Dias Assim, Regis Leal em Nossos Segredos e Fabrício Iorio em Você Vai Lembrar De Mim e Na Sombra de uma Árvore, música de Hyldon que regravamos. A gente vai amadurecendo depois de 20 anos. Eu ia me sentir bastante frustrado se estivesse repetindo formas e conceitos ao longo do tempo, me sentiria um artista engessado, o que não é a proposta do Detonautas. Nossa proposta é buscar sempre novos horizontes e estamos conseguindo.

Além da música, você atua no campo da literatura. Na carreira, lançou um livro de contos e poesias eróticas, um romance policial, uma obra de crônicas e um trabalho infantil. Como você
consegue conciliar o tempo?
É possível. Com a tecnologia ficou tudo mais fácil. A presença física nem sempre é tão necessária como era antigamente. Inclusive, uma coisa é complementar a outra. Sempre gostei de ler e de escrever, então as duas formas estão dentro da minha mente como uma coisa única. Além disso, escrever canções passa pelo processo da literatura, da poesia, da utilização das palavras para manifestar sensações, percepções, motivações, propósitos para a vida.

Como surgiu o interesse em escrever o livro infantil O Elefante e a Borboleta?
É uma maneira que encontrei de colaborar com esse processo de leitura das crianças. A ideia é oferecer para o público infantil uma visão de amor sem se ligar nas diferenças, do amor livre, real, fraterno, de um amor com uma abordagem mais voltada para o respeito e pelo carinho com o outro. Tenho dois filhos, uma menina de 9 anos e um rapaz de 16, e os dois sempre tiveram o hábito de leitura. 

Em um momento que se discute calorosamente sobre gênero, o livro conta a história de romance de um elefante com uma borboleta. Você levanta uma bandeira contra o preconceito?
O amor não enxerga e não releva as diferenças. A abordagem de gênero não é a proposta do livro, mas o amor inserido nesse contexto acaba passando por essa questão do modo de olhar para as pessoas do jeito que elas são e de aceitar isso sem necessariamente impor uma fórmula ou uma maneira de poder amar alguém. Infelizmente as pessoas têm mais facilidade de demonstrar o ódio e o preconceito do que de estimular e respeitar o amor.

A mensagem principal do livro é que o amor não é impossível?
O amor não é impossível. O meu livro é bem claro e leve e fala da vontade de alguém estar do lado de outra e essa representatividade vai na metáfora da obra porque a borboleta pode voar para qualquer lugar e o elefante está preso, mas a borboleta sempre volta a ele porque ela o ama. Ela poderia estar em qualquer lugar, mas escolhe estar do lado dele, que não tem opção. A mensagem que quero passar é que o amor transcende qualquer barreira e de que ele tem que ser respeitado e entendido como manifestação nobre, digna e importante para o ser humano. Acho que está faltando amor na vida das pessoas. A gente precisa amar mais do que se apegar exatamente aos padrões e determinações que, no fundo, foram criadas para dividir as pessoas e a nossa ideia é unir.

Você faz parte de um movimento da classe artística que defende diretas já. Como você analisa o
governo Temer?
É um governo que não tem nenhum vínculo em fazer um País sério, limpo e todas aquelas bandeiras que foram levantadas em relação à corrupção. É tudo uma mentira. Cada um dos políticos está ali defendendo o que é seu e todos foram comprados de alguma maneira, seja por emendas parlamentares ou em troca de interesses nítidos. Isso mostra que o teatro todo que vem desde a primeira manifestação em relação ao impeachment não passa de uma farsa só para manter os mesmos no poder, principalmente o Temer, que usa a Presidência como habeas corpus para se livrar das denúncias.

Uma pesquisa apontou que quatro em cada dez brasileiros são favoráveis a uma intervenção militar para resolver a crise política. O que você acha disso?
Não são pessoas ignorantes. Isso é fruto do medo e do desespero. Quando as pessoas estão histéricas elas perdem a razão. Elas estão querendo uma resolução rápida como se houvesse uma forma de salvar um País tão complexo como o Brasil. Acho que qualquer pessoa que tem o mínimo de conhecimento do que já foi uma ditadura seja onde for não pode ser favorável a uma intervenção militar. A ditadura foi bastante rigorosa em termos de censura e manifestação e foi corrupta. A gente tem condição de mudar o País por meio do respeito à democracia e não na força.

Você também faz parte da campanha em favor da liberdade de expressão. O episódio que lidera todas as polêmicas é a exposição Queermuseu, cancelada em Porto Alegre e no Rio de Janeiro. O que você pensa sobre essa onda de censura?
É um momento que deve ser debatido com muita cautela sem ser transformado em um ambiente de ódio, como acontece nas redes sociais. O que a gente sabe é que o histórico do brasileiro infelizmente o distancia do teatro, do museu e das manifestações artísticas. O negócio é que existem questões importantes sendo discutidas no Congresso e é criada uma cortina de fumaça usando pautas morais para poder desestabilizar a população ainda mais para tirar o foco do que realmente é importante. A gente tem que tomar muito cuidado sobre que tipo de discurso estamos comprando porque existe uma
desonestidade intelectual por trás do discurso de boicote e ele está voltado exatamente em uma pauta que faz com que o brasileiro com uma visão mais conservadora embarque em uma ideia falsa de que pode sair por aí falando de arte como se tivesse algum conhecimento real dos temas que foram abordados, como pedofilia e zoofilia. Isso tudo é uma maneira de tirar a atenção das pessoas do que é
sério. Não é dentro de um museu que acontece pedofilia, mas dentro da casa das pessoas. Estão banalizando um tema muito sério.

O momento atual da política brasileira tem sido um prato cheio na hora de compor as músicas para o Detonautas? 
Estamos vivendo uma fase muito intensa e esse momento efetivamente dentro do olho do furacão. A gente pode sim compor canções relacionadas a isso, mas a parte que é o rebote dessa história começa a surgir depois que você passa a entender dentro de você qual é o seu papel e de que forma você está analisando tudo isso. Então, não existe uma regra para a inspiração, mas ela vem permeando todo esse universo que estamos vivendo e alguma coisa vai desaguar nessas obras sejam literárias, musicais ou poéticas. De alguma forma isso vai ser canalizado para a arte.

terça-feira, outubro 31, 2017

Detonautas libera novo álbum “VI” nas plataformas de streaming

Detonautas libera novo álbum “VI” nas plataformas de streaming
Por: Stephanie Hora | Fonte: Nação da Música - 27/10/2017

Nesta sexta-feira (27), o Detonautas liberou o sucessor de “A Saga Continua”, lançado em 2014, nas plataformas de streaming.

Intitulado “VI”, este contêm 10 faixas, inclusive as já divulgadas “Nossos Segredos”, “Dias Assim”, em parceria com Leoni, e as músicas “Nada Vai Me Derrubar” e “Canção do Amigo”.

Em entrevista concedida à Nação da Música, Tico Santa Cruz comentou sobre a possível “morte” do rock: “E a meu ver, o rock ainda vem se tornando um estilo cada vez mais conservador, elitista e com uma visão bem ultrapassada das demais manifestações que estão presentes na cultura brasileira ou que o joga num gueto ainda menor. Morrer não morre nunca, mas está respirando por aparelhos! O que não quer dizer que não possa se levantar a qualquer momento, se situar e voltar a dialogar com a massa de jovens sedentos por novidades.”

“VI” pode ser ouvido no Spotify, Deezer, Apple Music e Google Play.

terça-feira, setembro 05, 2017

Detonautas lança videoclipe de “Dias Assim”, parceria com Leoni

Detonautas lança videoclipe de “Dias Assim”, parceria com Leoni
Por: Camila Machado | Fonte: Nação da Música

O Detonautas Roque Clube divulgou nesta segunda-feira (04), o videoclipe de “Dias Assim”, faixa que conta com a participação do cantor Leoni, que juntamente com Tico Santa Cruz, foi responsável pela composição.

Dirigido por Vitor Barão, o clipe foi inspirado no vídeo “First Kiss”, que viralizou ao fazer um tipo de experimento com casais desconhecidos se beijando pela primeira vez. A mensagem por trás de ambos é um amor que não vê gênero, raça ou opção sexual.

O single faz parte do “Detonautas VI”, sexto álbum da banda com data de lançamento prevista para outubro. Além de “Dias Assim” – que também está disponível no Deezer, Google Play, iTunes e Apple Music, – eles já divulgaram as faixas “Melhor Plantar O BEM” e “Nossos Segredos”.


segunda-feira, setembro 04, 2017

Show em Pouso Alegre/ MG - 16/09/2017

Onde?
Andurah
Av. Tuany Toledo, 165
Pouso Alegre/ MG

Quando?
Sábado, 16 de setembro
21h

Informações:

Ingressos:
1º Lote R$30,
2º Lote R$40,

Ponto de vendas:
Kanguroo's Loja Pouso Alegre

Ou com os "Comissários":
André Silva (35) 9 9162-8997 
Douglas Ribeiro (35) 9 9847-4768
Thaylin Biscatao (35) 9 9840-0548
Maikon William (35) 9 9974-8194
Pedrin Biscatão (35) 9 9942-9204
Rafael Monteiro (35) 9 9192-9341
Duda Lacerda (35) 9 9952-2424
Bia Rodrigues (35) 9 9758-4683

Informações adicionais:
(35) 3423-4510
gerencia@andurah.com.br

Entrevista Detonautas: Tico fala sobre a nova fase, o rock brasileiro e a representatividade de Pabllo Vittar

Entrevista DRC: Tico fala sobre a nova fase, o rock brasileiro e a representatividade de Pabllo Vittar
Conversamos com a banda Detonautas durante sua passagem por cidade da região metropolitana de São Paulo
Por: É Tudo Cultura | Fonte: Midiorama | Atualizado em: 01/09/2017 às 12h53

Detonautas é uma das bandas que marcou a vida de milhares de pessoas. Suas músicas na voz de Tico Santa Cruz encheram diversas casas do país com o rock que também toca através das letras. E é com toda essa história que a banda segue sua carreira se preparando, agora, para lançar um novo álbum nos próximos meses.

Tivemos a oportunidade de conhecer os integrantes na passagem deles pela cidade de Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo, e conversamos com o vocalista sobre as novas músicas, o cenário do rock atual e mais. Confira abaixo a entrevista completa.



E.T.C.: Vocês liberaram a música ‘Nossos segredos’ e cantaram algumas outras hoje no show. Como estão sentindo a receptividade do público e já tem uma data para outros lançamentos?
Tico: A próxima música sai no dia 1º de setembro, que é uma parceria com o Leoni chamada “Dias assim”. Em outubro a gente deve começar a lançar em bloco. Ainda estamos pensando na estratégia porque o digital é diferente do que era antigamente, do disco que vinha tudo de uma vez só. A gente tem estudado métodos para poder fazer com que a galera se interesse pelo conteúdo e não disperse no meio do lançamento porque hoje em dia tem muita coisa acontecendo. São 30, 60 lançamentos por dia no Brasil, é difícil de conectar. Estamos tentando criar um vínculo, sentindo os shows e tudo. A própria música que a gente lançou na semana passada bateu 120 mil reproduções. Número que para gente é muito considerável contando que não temos tanto espaço e o rock não está tanto em evidencia hoje em dia.

E.T.C.: Pegando o gancho do rock não estar em evidência. Você acha que as novas bandas que estão misturando ritmos dentro do gênero podem dar uma virada no cenário?
Tico: Muitas pessoas têm o sonho de viver do rock, né? E hoje no Brasil ele representa um percentual muito pequeno no mercado fonográfico, então precisa de muita disposição para estar nessa luta. Qualquer mistura que traga novidade, qualquer banda que consiga de alguma maneira passar essa rebentação que a gente está tentando quebrar para fazer o rock circular na nova geração, é bem vinda. A gente precisa disso! As bandas que estão já há muitos anos precisam que venham os novos para poder oxigenar a cena, então depende muito de como a galera vai abordar. Eu espero que eles consigam encontrar um caminho para espalhar para grande massa. O rock não pode ficar só para o gueto, ele tem que ir para todo mundo. Não só nos nichos, temos que tocar para a massa! Esse é o meu pensamento.

E.T.C.: Você acha que a mídia tem um papel na caída do rock no mainstream?
Tico: Não acho não, a mídia explora algo que já está dando resultado. Ela só vai ali explorar e amplificar algo que já tem um expressão. O rock teve fases nos 80, nos anos 90, anos 2000 a gente entrou, depois teve a fase entre 2010 e agora que deu um hiato gigante de não ter nada na massa, na mídia. Óbvio que no underground tem milhões de bandas acontecendo, mas eu acho que para o underground oxigenar e a galera conseguir sobreviver de música, tem que ter referências em cima para galera conseguir conectar. É cíclico, né? Espero que o rock volte a dialogar com a massa.

O momento agora é da galera do rap que está dialogando bem com a juventude. Acho que temos que aprender com eles, ver como eles estão conversando com as pessoas e de alguma forma seguir por esse caminho no rock. A gente precisa renovar.

E.T.C.: Você tem um posicionamento político e social bem forte nas redes sociais, você acha que isso impacta na banda de alguma forma? Seja nas letras ou na forma como o público enxerga o Detonautas?
Tico: Eu gostaria de acreditar que não. Se a gente vivesse num país em que as pessoas respeitam a opinião das outras… mas, infelizmente, hoje a realidade em que vivemos é muito diferente. Não tem o cinza, só o preto e branco, não tem diálogo entre as pessoas, então o que estamos tentando fazer é criar essa área de diálogo. Chegar para o fã que não concorda comigo e falar que o Detonautas não é o Tico Santa Cruz, são seis pessoas cada um com a sua postura e a gente convive bem com as nossas diferenças, a gente se resolve bem. Tem que entender que uma coisa não está ligada à outra. O fato de eu ser vocalista não significa que eu sou o cara que representa a ideia da banda. A banda tem sua própria identidade, sua própria vida, suas próprias mensagens através da música, seu próprio posicionamento. Aqui temos coisas que a gente concorda e outras que não concordamos. Agora, óbvio que isso reflete na banda. Nossa tentativa é de ter essa reconciliação com nossos fãs e falar que somos artistas e que queremos a mesma coisa que eles, um Brasil melhor, que as coisas funcionem.

E.T.C.: Se o Detonautas de hoje pudesse dar um conselho para o Detonautas de 20 anos atrás, qual seria?⁠⁠⁠⁠
Tico: Eu não daria nenhum conselho, o Detonautas viveu tudo que tinha que viver. A gente não se arrepende de nada que a gente fez. Aprendemos muito com os nossos erros também. Tivemos excessos, tivemos posicionamentos que poderiam ter sido evitados, mas talvez a gente não tivesse aprendido tanto, não tivesse a consciência e a maturidade que a gente tem. Então, não dá para você desconstruir sua vida olhando para o passado e falando “Porra, não faz isso, não faz aquilo”. Não! Olhando para o futuro podemos pensar em não repetir esses erros, mas para o passado foram essas coisas que nos tornaram quem somos. Eu não mudaria nada. Sou muito feliz pelo o que a gente é.

E.T.C.: Você publicou recentemente sobre o Pabllo Vittar no Facebook, gostaríamos de saber se você escuta e quais outras músicas diferentes do rock você vem ouvindo também?
Tico: Eu tenho uma filha de 9 anos então eu já tenho uma influência de uma menina que está conectada com tudo que está rolando de música que tem a velocidade da garotada de hoje. Tenho um filho de dezesseis anos que escuta rock, zoeira de internet, funk… então eu estou ligado de alguma forma com essas pessoas que estão produzindo e atuando na música. A Pabllo eu acho que ela tem uma importância, e nisso não estou falando das músicas propriamente – conheço as faixas, escutei o álbum, tem coisas que eu gosto, tem outras que já não rola para mim – mas eu tenho nela uma referência de alguém que consegue representar uma minoria, o que é importantíssimo para a juventude, para abrir diálogo no assunto. Ter alguém como expoente respeitado que possa falar, se expressar. É nesse aspecto que eu acho que ela tem essa função. Tanto é que ela é o Pabllo e a Pabllo. Ela mexe com todas as questões que a gente tem que debater para poder lidar melhor com isso. E não só ela! Liniker, Johnny Hooker que tem um posicionamento claro com relação a gênero. Nós precisamos debater esse assunto e essas pessoas são fundamentais para fazer esse diálogo.

Por Parceiro ZOOM

Detonautas lança inédita “Dias Assim”, com participação de Leoni

Detonautas lança inédita “Dias Assim”, com participação de Leoni
Por: Daniel Bianchi Sakimoto | Fonte: Nação da Música

Na manhã desta sexta-feira (01), o Detonautas Roque Clube lançou a canção “Dias Assim”, através das plataformas digitais.

A música foi gravada em participação com o cantor Leoni, e fará parte do novo disco da banda, “VI”, que está marcado para ser liberado em outubro de 2017. Em entrevista para a Nação da Música, Tico Santa Cruz falou sobre o novo trabalho dos caras: “É um álbum muito bonito. Com músicas que tocam a alma das pessoas. Com mensagens de amor, saudade, superação, liberdade, reconciliação. (…) Contamos com participações de artistas importantes como o Leoni na Faixa ‘Dias assim’, Regis Leal em ‘Nossos segredos’ e Fabrício Iorio em ‘Você Vai Lembrar De Mim’ e ‘Na Sombra de uma Arvore’, música de Hyldon que regravamos.” Leia na íntegra.

Além de “Dias Assim” – que também está disponível no Deezer, Google Play, iTunes e Apple Music, – eles já divulgaram as faixas “Melhor Plantar O BEM” e “Nossos Segredos”. Confira:

sexta-feira, agosto 25, 2017

Show em Pará de Minas/ MG - 09/09/2017

Onde?
Girus Disco Show
Rua Oito de Maio, 181
Pará de Minas/ MG

Quando?
Sábado, 9 de setembro
23h

Informações:

Ingressos:
FEMININO MEIA 1º LOTE - R$ 20,00
FEMININO INTEIRA 1º LOTE - R$ 40,00
MASCULINO MEIA 1º LOTE - R$ 30,00
MASCULINO INTEIRA 1º LOTE - R$ 60,00

Ponto de vendas:
* Compre também através de nosso Aplicativo Central dos Eventos Mobile

* Pontos de Vendas Central dos Eventos:

Belo Horizonte:
Savassi | Loja Central dos Eventos (Rua Fernandes Tourinho 470, Loja 16)
Galeria C&A Centro | Loja Central dos Eventos
Shopping Pampulha Via Brasil | Loja Central dos Eventos
Center Minas | Quiosque Central dos Eventos
Shopping Estação |Quiosque Central dos Eventos

Contagem:
Big Shopping Contagem | Quiosque Central dos Eventos

Betim:
Monte Carmo Shopping | Quiosque Central dos Eventos

Sete Lagoas:
Shopping Sete Lagoas | Quiosque Central dos Eventos
Shopping Lagoa | Quiosque Central dos Eventos

Divinópolis:
Shopping Pátio Divinópolis | Quiosque Central dos Eventos

Informações adicionais:
* Bebidas Free para mulheres de 23h - 23h59 (Vodka com Energético, Rum Montilla, Vodka, Motilla Limão, Martini, Cerveja, Refri e Água)

* Promoção 150 combos (03 entradas + um litro de vodka Orloff + 05 energeticos Sky Hawk)

Compre seu combo pelo telefone
(37) 3231-6633 / (37) 99917-2100

quinta-feira, agosto 24, 2017

Show em Campestre/ MG - 27/08/2017

Onde?
Estádio Furacão Mineiro "Campão"

Quando?
Domingo, 27 de agosto.
21h (Detonautas)
Shows com bandas locais à partir das 9h (mais em informações adicionais)

Informações:
https://www.facebook.com/events/1498622213517158
https://www.facebook.com/prefeituracampestremg/
G1 - Sul de Minas

Ingressos:
Entrada gratuita

Informações adicionais:
1º Encontro de Carros Antigos de Campestre-MG em comemoração ao aniversário de 106 anos Campestre-MG
Praça de Alimentação

Troféu para expositores "Inscrição 1Kg de Alimento não Perecível"
Realização: Souls and Bones Moto Clube
Apoio: Prefeitura Municipal de Campestre-MG
Informações: (35) 9 8842-2625

Bandas Locais:
Banda Oficio
Banda Mais de Nós
Banda Lp74
Banda Seminero
Banda Mittus
Banda Essência


Show em Ubá/ MG - 26/08/2017

Onde?
Lotus
Rua Santa Cruz, 127
Centro - Ubá/ MG

Quando?
Sábado, 26 de agosto
23h

Informações:
https://www.facebook.com/events/292556524542137
https://www.facebook.com/lotusuba/

Ingressos:
2º lote R$35,00

Ponto de vendas:
Pit Stop Premium
Space Açaí